O Brasil tem todas as condições para descarbonizar seu setor de energia e se colocar na vanguarda do movimento mundial de redução das emissões de gases de efeito estufa. Uma estratégia de desenvolvimento nacional que diversifique as fontes de energia, com majoritária participação de renováveis é o caminho.
E isso deve ser feito com total respeito aos Direitos Humanos. O processo de transição energética deve ser participativo, garantindo que as comunidades diretamente impactadas pela implantação de projetos energéticos tenham informações e autonomia suficientes para participarem ativamente do planejamento. Isso é o que significa “transição energética justa”.
As comunidades locais são os atores sociais que têm legitimidade, capilaridade e capacidade para liderar a resistência. Tão importante quanto fortalecer as comunidades locais, é aumentar a percepção pública sobre a transição energética justa – um problema de todos nós e que precisa do nosso apoio.
Saiba mais
Em foco
Vídeos
Notícias

ANP autua Petrobras por falha crítica em plataforma na Foz do Amazonas

TCU decide investigar MME por aumento de preço no leilão de energia elétrica

Desmatamento na Amazônia custou US$ 1,1 bilhão ao ano em energia

Petróleo dispara com ataque ao Irã e reforça urgência da transição energética

Senado adia votação do REDATA em meio à disputa entre fontes de energia

Suprema Corte dos EUA analisará recursos de petrolíferas em ação de responsabilização climáticas

Petrobras se prepara para voltar a perfurar poço na Foz do Amazonas

Sob pressão dos EUA, IEA minimiza menção à crise climática em documento

EUA flexibilizam limites de emissões de mercúrio e outros poluentes para termelétricas

Governo publica documentos do Plano Clima Adaptação

Lula deve negociar com Trump volta da Petrobras à exploração de petróleo na Venezuela




