O Brasil tem todas as condições para descarbonizar seu setor de energia e se colocar na vanguarda do movimento mundial de redução das emissões de gases de efeito estufa. Uma estratégia de desenvolvimento nacional que diversifique as fontes de energia, com majoritária participação de renováveis é o caminho.
E isso deve ser feito com total respeito aos Direitos Humanos. O processo de transição energética deve ser participativo, garantindo que as comunidades diretamente impactadas pela implantação de projetos energéticos tenham informações e autonomia suficientes para participarem ativamente do planejamento. Isso é o que significa “transição energética justa”.
As comunidades locais são os atores sociais que têm legitimidade, capilaridade e capacidade para liderar a resistência. Tão importante quanto fortalecer as comunidades locais, é aumentar a percepção pública sobre a transição energética justa – um problema de todos nós e que precisa do nosso apoio.
Saiba mais
Em foco
Vídeos
Notícias

Banco suíço vende títulos da Petrobras sem citar riscos da Foz do Amazonas

Governo regulamenta comitê técnico do mercado brasileiro de carbono

UE flexibiliza metas climáticas e relaxa regras de sustentabilidade para empresas

Exxon reduz em 30% investimentos em tecnologias de baixo carbono

Agência ambiental dos EUA remove combustíveis fósseis das causas da crise climática

As pedras no mapa do caminho para o fim dos combustíveis fósseis

Proibição de Trump a projetos eólicos é considerada ilegal por juiz dos EUA

Governo criará mapa do caminho nacional para fim dos combustíveis fósseis

Petrobras promete novo projeto de transição energética até o fim do ano

UE deve adiar banimento de veículos movidos a combustíveis fósseis

A aposta da China nos caminhões elétricos – e os sinais para o mercado brasileiro




